Meu livro querido!

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sábado, 26 de fevereiro de 2011

FIGURAS DE LINGUAGEM - GRUPO 1

            Figuras de linguagem são recursos estilísticos que os escritores costumam utilizar na criação de sua obra literária, ou que utilizamos em nosso dia a dia para enriquecer a linguagem escrita ou falada. Várias são essas figuras, e aqui as veremos distribuídas em três grupos, de acordo com o grau de ocorrência, a saber:

Grupo 1: Figuras mais comuns ou de maior incidência na Bíblia
Grupo 2: Figuras com incidência relativa na Bíblia
Grupo 3: Figuras de pouca incidência na Bíblia

GRUPO 1

1.       Comparação: É a união de dois elementos, por meio de um termo comparativo ¾ como, (mais...)que, (menos...)que, tal qual, etc. ¾, destacando uma ou mais características comuns entre eles. A comparação pode também se dar com a utilização dos verbos parecer e assemelhar, ou com o adjetivo semelhante. É a mais frequente das figuras. Exemplos:

“Melhor é a repreensão aberta do que o amor encoberto.” (Pv.27.5)

 “Os montes se derretem como cera na presença do Senhor...” (Sl.97.5)

“Porque os meus dias se consomem como fumo, e os meus ossos ardem como lenha.” (Sl.102.3)

“...porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento...” (Tg.1.6)

            Tão importante é o uso de comparações para esclarecer um fato, que até Jesus se viu envolvido em situações nas quais se questionava sobre esse recurso. Veja:

“E dizia: A que é semelhante o reino de Deus, e a que o compararei? É semelhante ao grão de mostarda que um homem, tomando-o, lançou na horta; e cresceu, e fez-se grande árvore, e em seus ramos aninharam-se as aves do céu.” (Lc.13.18-19)

            Também na passagem abaixo Jesus utiliza a comparação:

“Qualquer um que vem a mim e ouve as minhas palavras e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante: é semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre a rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque estava fundada sobre a rocha. Mas o que ouve e não pratica é semelhante ao homem que edificou uma casa sobre a terra, sem alicerce, na qual bateu com ímpeto a corrente, e logo caiu; e foi grande a ruína daquela casa.” (Lc.6.47-49)

2.       Metáfora: É o emprego de uma palavra fora do sentido normal, por efeito de analogia. A metáfora é uma comparação sem o elemento de ligação (conjunção ou locução conjuntiva) entre os termos comparados. Por exemplo, se dissermos “Ela é perigosa como uma cobra”, estamos fazendo uma comparação, mas se dissermos “Ela é uma cobra”, estamos fazendo uma metáfora. Veja alguns exemplos:

A vida é um arco que lança flechas humanas. A trajetória que faremos depende da força com que somos lançados.

“Atolei-me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé; entrei na profundeza das águas, onde a corrente me leva.” (Sl.69.2)
(O profundo lamaçal e a profundeza das águas estão representando a situação difícil vivida pelo salmista.)

“Porque tu, Senhor, és a minha candeia; e o Senhor esclarece as minhas trevas.” (II Sm.22.29)
(Assim como a candeia ilumina a escuridão, o Senhor ilumina a minha vida.)

Além de deixar o texto mais claro, a metáfora, por sua essência poética, também torna mais bonitas certas passagens que, ditas de uma forma objetiva, não ficariam tão expressivas. Veja como ficariam pobres os exemplos acima ditos assim:

O tempo de vida depende da sorte.

Estou passando por muitos problemas, e não estou suportando-os.

Nos momentos difíceis, o Senhor me guia.

Conversa com o leitor

Chama-se alegoria o emprego de uma história ou de uma situação para representar outra. É uma metáfora que envolve um texto inteiro. Veja o que ocorre em Ezequiel 15.1-6:

·     “E veio a mim a palavra do Senhor dizendo: Filho do homem, que mais é o pau da videira que qualquer outro, o sarmento que está entre as árvores do bosque? Toma-se dele madeira para fazer alguma obra? Ou toma-se dele alguma estaca, para se pendurar algum traste? Eis que é lançado no fogo, para ser consumido; ambas as suas extremidades consome o fogo, e o meio dele fica também queimado; serviria, pois, para alguma obra? Ora, se estando inteiro não servia para obra alguma, quanto menos sendo consumido do fogo, quanto menos sendo queimado, se faria dele qualquer obra. Portanto, assim diz o Senhor Jeová: Como a videira entre as árvores do bosque, que tenho entregado ao fogo para que seja consumida, assim entregarei os habitantes de Jerusalém.”
                                              
            Nesses versículos, o Senhor relatou a fragilidade dos galhos da videira e depois comparou os habitantes de Jerusalém com esses galhos, para passar melhor noção sobre a fragilidade daquele povo. Assim como a metáfora, a alegoria é uma forma de fazer com que certas mensagens fiquem mais claras, pois apresentam situações mais próximas do leitor ou do ouvinte. Em Ezequiel 24, há uma outra alegoria em que se compara a cidade a uma panela. As parábolas bíblicas são um tipo de alegoria que aborda especificamente temas religiosos.

3.       Catacrese: É o emprego de um termo figurado, geralmente por falta de um mais específico. A catacrese é, na verdade, uma metáfora que já se desgastou com o uso. É o caso, por exemplo, de pé da cama, dente de alho, cabeça de cebola, embarcar no avião, cavalgar um boi, etc.

“E tomou a mulher a tampa, e a estendeu sobre a boca do poço, e espalhou grão descascado sobre ela; assim nada se soube.” (II Sm.17.19)
(A rigor, quem tem boca são as pessoas e os animais, e não poço. Mas, por falta de um termo mais específico para designar a abertura do poço, chamamo-la de boca, uma forma de comparação com a boca humana. Da mesma forma, espalhar, como se percebe, vem da palavra palha e deveria, portanto, designar o ato de separar a palha. Mas já está consagrado o uso de espalhar para quaisquer elementos que se dispersem. Podemos dizer que a catacrese é, na verdade, uma reciclagem vocabular.)

            Por ser uma metáfora banalizada, a catacrese não constitui propriamente um recurso estilístico.

4.       Prosopopeia: É a atribuição de características, ações ou sentimentos humanos a seres inanimados, irracionais ou abstratos.

O coqueiro não se incomodava com o vento que lhe despenteava os cabelos, e continuava dialogando com o mar em fúria.
(Incomodar-se e dialogar são atitudes próprias de pessoas, não de coqueiro e mar.)

“...os montes e os outeiros exclamarão de prazer perante a vossa face, e todas as árvores do campo baterão as palmas.” (Is.55.12)
(Quem pode se admirar e bater palmas são os homens, e não outeiros e árvores.)

“Porque a pedra clamará da parede, e a trave lhe responderá do madeiramento.”  (Hc.2.11)
(Clamar e responder são atitudes próprias de seres humanos, e não de paredes e traves.)

Conversa com o leitor

                Veja o que ocorre no versículo abaixo:

·     “Porquanto, ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide, o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimentos, as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vaca, todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação.” (Hc.3.17-18)

            Numa primeira leitura, somos inclinados a achar que o verbo destacado nesse versículo corresponde a uma prosopopeia. Afinal de contas, mentir é um comportamento próprio do ser humano. No entanto, ficava eu intrigado quanto a essa ocorrência, já que nessa passagem são citados outros elementos da natureza, como figueira, vide, campos, ovelhas, e para nenhum deles há prosopopeia. Por que só para a oliveira? Consultando o dicionário, foi grande a surpresa ao constatar que um dos significados do verbo mentir é “não vingar”, “falhar”. É um significado raro, mas é o que está presente no versículo de Habacuque: “ainda que o produto da oliveira não vingue, não se desenvolva...”. Portanto, não ocorre prosopopeia nesse versículo.

             Há uma frase latina que diz “Nulla die sine linea”, cujo significado é “Nenhum dia sem uma linha”. É uma forma de dizer que não devemos ficar nenhum dia sem aprender algo novo. Espero que você tenha gostado desta grande verdade sobre o verbo mentir.



5.       Metonímia: É a substituição de uma palavra por outra com a qual mantém algum vínculo. A metonímia tem várias faces. Veja algumas delas:

a) matéria pelo objeto:
Quebraram minha porcelana. (Porcelana está substituindo os objetos que dela são feitos.)

b) marca pelo produto:
Tenho uma Brastemp. (Brastemp é a marca; o produto é a geladeira.)

c) parte pelo todo:
Tenho cinco bocas para sustentar. (Boca é parte do corpo e aqui se refere a filhos.)

d) lugar pelos habitantes:
Jerusalém estava em pecado. (Jerusalém substitui as pessoas que lá habitavam.)

e) autor pela obra:
Machado de Assis é minha leitura preferida. (Machado de Assis está no lugar das obras que ele criou.)

f) abstrato pelo concreto ou vice-versa:
A juventude gosta de festas. (Juventude é substantivo abstrato, substituindo jovens, substantivo concreto.)
Ele é uma pessoa de bom coração. (Coração é substantivo concreto, substituindo sentimentos, que é abstrato.)

g) singular pelo plural
O brasileiro é extrovertido. (Todos os brasileiros.)
O homem é mortal. (Todos os homens.)

h) data pela comemoração
O Sete de Setembro da Bolívia é dia 6 de agosto. (Sete de setembro substitui Dia da Independência, que é a comemoração.)

           Veja alguns exemplos na Bíblia:
Guarda o teu pé quando entrares na casa de Deus...” (Ec.5.1)
(Devemos nos guardar por inteiro, e não apenas os pés. Esta é uma metonímia do tipo a parte pelo todo.)

“Os olhos, porém, de Israel eram carregados de velhice, já não podia ver bem, e fê-los chegar a ele, e beijou-os, e abraçou-os.” (Gn.48.10)
(Israel tinha os olhos carregados de cegueira, consequência da velhice. Metonímia do tipo a causa pelo efeito.)

“...e eis que um homem etíope (...) regressava e, assentado no seu carro, lia o profeta Isaías.” (At.8.28)
(Na verdade, ele lia uma obra do profeta Isaías. Temos então uma metonímia do tipo o autor pela obra.)

“E não havia pão em toda a terra, porque a fome era mui grave; de maneira que a terra do Egito e a terra de Canaã desfaleciam por causa da fome.” (Gn.47.13)
(O que faltava na terra era alimento em geral; a palavra pão está representando os alimentos. Temos, nesse caso, uma metonímia do tipo a parte pelo todo.)

6.       Antítese: É a utilização de palavras de sentidos contrários, na mesma frase ou em frases próximas. A antítese só ocorre entre palavras da mesma classe gramatical (verbo com verbo, adjetivo com adjetivo, substantivo com substantivo, etc.).

“A noite é passada, e o dia chegado. Rejeitemos pois as obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz.” (Rm.13.12)

Sobem aos montes, descem aos vales, até ao lugar que para elas fundaste.” (Sl.104.8)

7.       Elipse: É a omissão de uma palavra facilmente subentendida.

Fosse ele mais esperto, teria percebido logo o que estava acontecendo.
(Omissão da conjunção se: Se fosse ele mais esperto...)

“E, se o Senhor teu Deus dilatar os teus termos, como jurou a teus pais, e te der toda a terra que disse daria a teus pais...” (Dt.19.8)
(Omissão da conjunção que: ...e te der toda a terra que disse que daria a teus pais...)

“A sua boca era mais macia do que a manteiga, mas no seu coração, guerra...” (Sl.55.21)
(Omissão do verbo haver : ...no seu coração havia guerra)

8.       Zeugma: Ocorre quando se omite uma palavra já citada na frase.

Alguns concordaram, outros não.
(Alguns concordaram, outros não concordaram.)

Gosto mais de abacaxi do que de melancia.
(Gosto mais de abacaxi do que gosto de melancia.)

“Portanto dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.” (Rm.13.7)
(...a quem deveis tributo dai tributo; a quem deveis imposto dai imposto; a quem deveis temor, dai temor; ...)

“Doce é o sono do trabalhador, quer coma pouco, quer muito; mas a fartura do rico não o deixa dormir.” (Ec.5.12)
(...quer coma pouco, quer coma muito...)

“Como também eu em tudo agrado a todos, não buscando o meu próprio proveito, mas o de muitos, para que assim se possam salvar.” (I Co.10.33)
(...não o meu próprio proveito, mas o proveito de muitos...)

9.       Eufemismo: Ocorre quando se utilizam palavras ou expressões menos chocantes, no lugar de outras que têm sentido grosseiro, desagradável, ou que causem vergonha ou constrangimento.

Ele está com um tumor maligno e agora só espera pelo último suspiro.
(Tumor maligno em vez de câncer ; último suspiro em vez de morte)

“E Davi dormiu com seus pais, e foi sepultado na cidade de Davi.” (I Re.2.10)
(Dormir em lugar de morrer)

“E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu e teve a Caim...” (Gn.4.1)
(O verbo conhecer está no sentido sexual.)

Conversa com o leitor

            Muitas são as passagens bíblicas com eufemismos que se referem à relação sexual ou assuntos ligados à sexualidade e a partes do corpo, os quais aqui apenas citarei. Veja:

·          “E não a conheceu até que deu à luz seu filho...” (Mt.1.25)

·          “Vem, demos a beber vinho a nosso pai, e deitemo-nos com ele, para que em vida conservemos semente de nosso pai.” (Gn.19.32)

·          “E entraram a ela, como quem entra a uma prostituta; assim entraram a Oola e a Oóliba, mulheres infames.” (Ez.23.44)

·          “E aconteceu que, como ele esteve ali muito tempo, Abimeleque, rei dos filisteus, olhou por uma janela, e viu, e eis que Isaque estava brincando com Rebeca, sua mulher.” (Gn.26.8)

·          “Portanto, na ressurreição, de qual dos sete será a mulher, visto que todos a possuíram?” (Mt.22.28)

·          “Desposar-te-ás com uma mulher, porém outro homem dormirá com ela...” (Dt.28.30)

·          “Também o homem, quando sair dele a semente da cópula, toda a sua carne banhará com água, e será imundo até à tarde.” (Lv.15.16)

·          “...pois feriu aos homens daquela cidade, desde o pequeno até ao grande; e tinham hemorroidas nas partes secretas.” (I Sm.5.9)

·          “E será que ao sétimo dia rapará todo o seu pelo da sua cabeça, e a sua barba, e as sobrancelhas dos seus olhos, e rapará todo o seu outro pelo, e lavará os seus vestidos, e lavará a sua carne com água, e será limpo.” (Lv.14.9)


10.   Pleonasmo: É a repetição de uma ideia cujo objetivo é enfatizar a comunicação. Podemos reconhecer dois tipos de pleonasmo:
           
a)       Pleonasmo sintático: Há a repetição de algum elemento sintático.

“...A nós não nos é lícito matar pessoa alguma.” (Jo.18.31)
(A nós e nos são complementos nominais do adjetivo lícito. Bastava um deles: "A nós não é lícito..." ou "Não nos é licito...")

A mim ninguém me engana.
(A mim e me são objetos diretos do verbo enganar. Da mesma forma que no exemplo anterior, bastava um deles: "A mim ninguém engana" ou "Ninguém me engana")

b)       Pleonasmo semântico: Envolve o significado das palavras.

“E só eu, Daniel, vi aquela visão...” (Dn.10.7)
(Visão já está incluído no significado do verbo ver.)

“...e saiu pelo meio da cidade, e clamou com grande e amargo clamor...” (Et.4.1)
(Clamor já está incluído no significado do verbo clamar.)

11.   Hipérbato: É a inversão da ordem dos termos da frase. A eficiente compreensão do hipérbato requer alguns conhecimentos de análise sintática. É fundamental, por exemplo, saber que a ordem direta dos termos de uma frase é:

Sujeito + Verbo + Complemento + Adjunto Adverbial (se houver)

Ordem direta: Deus  criou  os céus e a terra  no princípio.
                              Sujeito    Verbo    Complemento (OD)     Adj Adv. Tempo
Hiperbato: “No princípio criou Deus os céus e a terra.” (Gn.1.1)

“...Porventura rejeitou Deus o seu povo?...” (Rm.11.1)
(Porventura Deus rejeitou o seu povo?)

“Ao clamor dos cavaleiros e dos frecheiros fugiram todas as cidades...”  (Jr.4.29)
(Todas as cidades fugiram ao clamor dos cavaleiros e dos frecheiros.)

12.   Hipérbole: É o exagero na afirmação.

“Passaram-se dez minutos, dez séculos de ansiedade para Lenita.”
(Júlio Ribeiro)

Torrentes de água derramaram os meus olhos por causa da destruição da filha do meu povo.” (Lm.3.48)

“Aqueles que me aborrecem sem causa são mais do que os cabelos da minha cabeça...” (Sl.69.4)

Conversa com o leitor

·          “E por que atentas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não reparas na trave que há no teu próprio olho?” (Lc.6.41)

            Argueiro é um cisco, um grânulo, uma coisa sem importância; trave é um grande pedaço de madeira ou viga. Dizer que no olho de alguém há uma trave é um exagero, portanto temos aí uma hipérbole. Com isso Cristo queria dizer que certas pessoas ficam apontando os pequenos e insignificantes defeitos de outrem e não se apercebem dos grandes defeitos que trazem consigo. Para deixar mais realçada essa advertência, Cristo utilizou a hipérbole como um recurso expressivo.
            É interessante constatar que Machado de Assis também utilizou essa mesma expressão exagerada. Veja:

·          “A minha ideia, depois de tantas cabriolas, constituíra-se ideia fixa. Deus te livre, leitor, de uma ideia fixa; antes um argueiro, antes uma trave no olho.”
               (Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas, capítulo IV)



           Por ora é só.

6 comentários:

  1. Respostas
    1. Obrigado, J. Machado. Continue consultando. Abraço!

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  2. Olá, Eduardo. Tb sou formada em Letras e cristã. Fiquei encantada com o seu post e gostaria de saber como faço para adquirir sua gramática. Entre em contato comigo por e-mail: filhadaluz05@gmail.com.

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    1. Obrigado pela mensagem, Lara Viana. Infelizmente minha gramática ainda não está publicada. Continuo aguardando a oportunidade de concretizar esse meu sonho. Deus a abençoe!

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  3. Sou cristã evangélica formada em Letras Português também. Estou trabalhando com alunos missionários de um curso de Teologia. Essa sua postagem me ajudará bastante. Usarei atribuindo os devidos créditos. Quando publicar sua gramática, quero adquiri-la. Que JEsus o abençoe sempre. Obrigada. Abraço. Edvânia.

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  4. Sou cristão evangélico formado em Letras Português-Literaturas. Ministro Português e matérias afins de Teologia numa Faculdade de Teologia. Dentre outras do gênero a sua postagem me ajudou bastante. Usarei atribuindo os devidos créditos. Quando publicar sua gramática, quero adquiri-la. Que Jesus o abençoe sempre. Abs.
    Pr Monasés.

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